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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Patuense é flagrada usando barriga falsa na enfermaria da Maternidade Almeida Castro



Uma mulher identificada como Sonária Maria Ferreira de Azevedo Cardoso, 31, foi flagrada ontem à tarde nos corredores da Maternidade Almeida Castro usando uma barriga falsa. Ela foi encaminhada à 1ª Delegacia de Polícia (DP) para prestar esclarecimentos sobre o caso. A polícia suspeita que Sonária estivesse querendo subtrair algum recém-nascido da maternidade.

De acordo com a assistente social da Casa de Saúde Dix-Sept Rosado, Andréia de Lira, ontem foi a segunda vez que Sonária Maria esteve na maternidade. "Na última quarta-feira, ela deu entrada na Casa de Saúde dizendo que ia ser avaliada pelo médico. No entanto, após o procedimento de acolhimento, ela não entrou no setor de pré-parto e se dirigiu às enfermarias, que fica em sentido contrário", conta. No mesmo dia, Sonária Maria saiu da unidade sem ser avaliada pelo médico.

No início da tarde de ontem, a suposta grávida retornou à Casa de Saúde e adotou o mesmo procedimento acima descrito. No entanto, ao passar pelo setor da enfermaria, Sonária Maria entrou no banheiro e ao sair se deparou com um dos maqueiros que passava pelo local. Na ocasião, o funcionário da CSDR viu os panos usado para forjar a gravidez e a encaminhou para o setor de serviço social.

Em ambas as situações, a falsa grávida estava acompanhada de uma mulher que foi identificada apenas como Julida. A assistente social disse que mesmo depois de descoberta a barriga falsa, Sonária Maria manteve a versão de que estava grávida e que foi ao hospital para ser atendida pelos médicos.

"Ela disse que era pobre e morava em Patu. Mas, estava com uma bolsa aparentemente cara, completa com produtos de marcas conhecidas que não condizem com a situação financeira que ela alegou ter. Pela sua atitude, tudo indica que ela estava averiguando o hospital", observa a assistente social.

O delegado de plantão informou que pelo depoimento acredita que Sonária Maria fosse fazer um serviço encomendado, ou seja, iria pegar um bebê a mando de uma outra pessoa. O delegado disse que ela também pode ter alguma perturbação mental.

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