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sábado, 9 de julho de 2011

Copiado do Blog de Bruno Campêlo

Da coluna "Retrato do Oeste"
do portal No Minuto


PF investiga ex-prefeito Popó, de Patu, que sumiu com R$ 700 mil da Educação


Por Cézar Alves

Confesso que gosto como a Polícia Federal investiga. E não tinha como ser diferente. Esta semana em Patu os agentes federais se mostraram educados e muito eficientes.

Estão investigando o sumiço de R$ 700 mil enviados pelo Ministério da Educação para o ex prefeito Posidônio Queiroga construir uma creche no bairro Nova Patu.

Queiroga, que é conhecido por Popó, já sabe como é ficar atrás das grades. Já esteve preso duas vezes: uma por não pagar pensão e outra por esconder documentos públicos.

Popó recebeu os R$ 700 mil e quando perdeu a eleição no mês de outubro de 2008, sacou todo o dinheiro que estava numa conta do Banco do Brasil.

Além de sumir com os R$ 700 mil, Popó deixou sem prestar contas diversas obras no município e sem esta prestação de contas, a cidade não recebe mais recursos federais.

Neste caso, se ferra a atual administração, que está impedida de firmar convênios para outros investimentos necessários no município. Que o diga a prefeita Evilásia Gildênia.

No caso do sumiço dos recursos públicos, a Polícia Federal instaurou inquérito policial em 2009. Rolou 2010 e nada de concluir a investigação. Agora parece que vai. Ótimo.

Os policiais foram na cidade, ouviram testemunhas, ex-membros da Comissão de Licitação, empresários e fizeram medições no local que deveria haver uma creche modelo.

Quando procurados para falar sobre o assunto, os policiais federais, de forma educada, explicaram que é regra da Polícia Federal não falar sobre o que está sendo investigado.

Ótimo. Ao cidadão interessa o resultado do trabalho e a condenação dos culpados.

Fonte: Retrato do Oeste/ No minuto

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